DENÚNCIA: Cartilhas apoiadas pelo MEC estimulam crianças a fazerem sexo

Por Marisa Lobo

Nossas
crianças estão cada vez mais indefesas, e as escolas, que visam formar
academicamente nossos filhos, estão se tornando o local onde nossos filhos são
compulsoriamente sexualizados precocemente.
O
que antes era papel da pornografia e de filmes proibidos para menores (de
conteúdo adulto), hoje aparece de forma manipulada em  gravuras infantis, apresentadas nas escolas
por professores que acreditam que sexo infantil é um direito da criança, e não
mais um abuso; um perigo para a estrutura física e emocional das nossas
crianças.

Estão
matando a inocência de nossas  crianças e
as tornando em predadores sexuais desde a tenra idade. O que antes era um local
de aprendizado de valores de vida, de pertencimento, de ressignificação e
valorização do ser humano, hoje se tornou uma escola de sexo, fábrica de
crianças sexualizadas, onde crianças pequenas são obrigadas a estudar de forma
impositiva sobre sexo quase que explicito, vendo cenas que beiram a
pornografia. E tudo isso sob a visão dos relativistas sexuais de que sexo na
infância faz bem para as crianças e as tornas mais livres e menos
PRECONCEITUOSAS?!

Nossas
escolas estão, aos moldes europeus, tronando-se escolas de sexo onde, de forma
multidisciplinar, todas as matérias tem conotação sexual, manipulam falas e
adaptam figuras. Sempre com conteúdos que visam à banalização sexual e a
aceitação pela criança ainda pequena de que fazer sexo na infância é um direito
que os pais negam.

Ignoram
os riscos à saúde da criança ainda em formação, as doenças sexualmente
transmissíveis e a gravidez na infância, pois mesmo que ensinem o uso da
camisinha, por esta criança ainda  estar
com seu sistema nervoso central em formação, ela não tem formada a noção de
julgamento tão necessário para sua proteção e convivência em família e
sociedade. Ensinam que  a mesma pode  e devem fazer sexo, basta se cuidar, como se a
criança já fosse capaz de discernir o que é bom ou ruim para sua saúde, ou de
ter controle completo sobre seu querer.
Estão
doutrinando sexualmente nossas crianças, mudando a cultura de uma nação sobre
seu corpo tornando-as presas fáceis para a indústria sexual infantil. Sabemos
que se ela aprender precocemente o prazer do sexo adulto se tornará presa fácil
para predadores sexuais, achando até mesmo que está sendo cuidada.  #Monstruosidade.
Essa
não é a cultura do nosso povo, estamos sendo violentados em nossa cultura.
Estamos repudiando estas “literaturas”, não por sermos uma maioria crente em
Deus, mas por sermos uma nação que tem uma história de luta e proteção da
criança e do adolescente; e porque sabemos que, embora para os sem fé em nada e
para os relativistas sexuais pode ser uma boa, preparar a criança para o
abusador pedófilo ao invés o denunciar é ser cumplice dele. Para nós, toda e
qualquer ação que vise sexualizar a criança precocemente torna-se um perigo à
integridade física e psíquica dessa criança.

Essas
cartilhas não seriam tão graves se não fossem exclusivas para crianças pequenas
que nem se quer tem interesse nesses assuntos, não te forma tão explicita.
Criança deve ser tratada como criança, tudo a seu tempo, e não adiantando
etapas como explicita esse material pornográfico infantil, travestido de “boa
intenção”.

Os
riscos de desenvolver  uma  compulsão sexual nestas crianças são
consideráveis, pois não sabemos suas história de vida. O risco dessas crianças
se tornarem presas fáceis para um pedófilo é muito alto.
Me
pergunto o que realmente o governo quer com isso: Criar crianças, mulheres e
gays que aceitam serem abusados para não dar problema para o governo? Ou
oferecer matéria prima para a indústria milionária do aborto? Pois, fatalmente,
muitas correrão estes riscos. Ou a intenção é ensinar a criança a transar desde
cedo, mas usar camisinha? Prevenção? Redução de danos? O que nossas crianças
são? Cobaias?
Então,
essas são as politicas públicas contra a violência e o abuso infantil? Fazer a
criança gostar do abuso e encarar como um direito dela sentir prazer? Notem a
manipulação psíquica desse inocentes.
Seria
essa uma maneira sórdida que os apologistas à pedofilia encontraram de militar
a favor de sua causa, travestido de direitos sexuais da criança? E os defensores
da homossexualidade não percebem esta manipulação, e que estão sendo usados
nesta causa? Pois, em todo o mundo, as mais de 12 associações que discutem a
aceitação social da pedofilia o fazem a partir da aceitação da
homossexualidade, dos direitos dos LGBTTs. Não estou dizendo com isso que os
LGBTTs sejam a favor dessa monstruosidade, estou afirmando que, na luta por
direitos, estão deixando brechas para a aceitação da pedofilia, quando aceitam
essa sexualização  precoce de crianças.
Não
posso acreditar que o movimento LGBTT e os sexólogos não tenham percebido essa
possibilidade. Não posso crer que não tenho percebido como a bestialidade tem
entrado nas escolas em forma de perguntas em provas, desenhos, discussões e
redações, que tem o intuito apenas de normalizar tudo que se refere a sexo sem
juízo de valor; sem censura alguma.
Nossas
crianças estão indefesas. Nossa população mais carente está desprotegida e os
pais ausentes da vida escolar de seus filhos.

Vejo
essas ações do governo como uma tentativa sórdida de incentivar  a escravidão sexual infantil e a prostituição
infantil, e as escolas serão os  celeiro
para criação de crianças  sexualizadas,
amantes não de brinquedos (carrinhos, bonecas, etc.), mas de sexo.

Veja
um novo exemplo de livros que estão invadindo as salas de aula com o objetivo
de estimular crianças a partir de 9 e 10 anos a fazerem sexo (homo, bi, e
hétero). O livro é sugerido pelo  MEC a
diretores e professores da rede pública e privada de ensino. Vemos aqui uma
jogada conjunta do governo com a mídia. Será que o próximo passo será
distribuir a “caixa do sexo”, tal como foi feito na Suíça?
Esses
livros de pornografia infantil, em minha opinião, vão sendo introduzidos
gradualmente no ambiente escolar, atingindo crianças a partir dos seis anos de
idade até os adolescentes no Ensino Médio.
São
livros que não ensinam apenas como colocar um preservativo no pênis. Eles
ensinam que um casal homossexual, bissexual 
ou heterossexual deve fazer sexo. Ele se chama “Aparelho Sexual &
Cia, Um guia inusitado para crianças descoladas”, escrito pela autora francesa
Hélène Bruller e editado no Brasil desde 2007 pela Companhia das Letras.
Para
esta autora, e para quem publica uma obra dessas, “criança descolada” é uma
criança que está pronta para fazer sexo. Vejam abaixo várias imagens do livro e
notem que ele ensina as crianças a transarem, exibindo posições sexuais,
explicando o orgasmo e o que se pode sentir com a prática sexual.
Em
outra página do mesmo livro, as crianças são estimuladas a colocar o dedo num
buraco feito no livro onde se pode simular um pênis ou a introdução dele numa
vagina.
Fonte:http://colunas.gospelmais.com.br/denuncia-cartilhas-apoiadas-pelo-mec-estimulam-criancas-fazerem-sexo_8543.html
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