Adolf Hitler: maior genocida da história pode ter morrido no Brasil, diz pesquisadora

O
ditador alemão Adolf Hitler, responsável por uma das maiores carnificinas da
história, se matou quando se viu cercado por tropas russas no final da Segunda
Guerra Mundial. Essa é a versão oficial dos fatos. Mas a pesquisadora Simone
Dias tem uma nova tese para o fim da vida do nazista: ele teria fugido para o
Brasil, onde teria se casado com uma brasileira e passado seus últimos dias.
Para
entender essa história, o Domingo Espetacular foi até Nossa Senhora do
Livramento (MT), uma cidade de pouco mais de 10 mil habitantes, quase dentro do
Pantanal.

A
suspeita da professora, formada em educação artística, começou há dez anos,
quando Simone ouviu alguns relatos a respeito de uma figura misteriosa, um
alemão que vivia do Brasil, de nome Adolfo.

Em
Israel, o correspondente Herbert Moraes ouviu dois dos maiores especialistas em
nazismo do mundo. O brasileiro Avrahan Milgram defende a tese de que Hitler se
matou e que os ossos dele foram encontrados por soldados russos.
Mas
um professor israelense, da Universidade Hebraica de Jerusalém, diz: Hitler
pode ter fugido para a América do Sul.

O elemento mais realista é o fato histórico de que muitos criminosos nazistas
tiveram êxito em fugir para a América Latina, principalmente para a Argentina,
e alguns para o Brasil e Paraguai.

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