Desarmando americanos, armando terroristas

Daniel
Greenfield
Enquanto
a Casa Branca estava ocupada na elaboração de propostas para proibir rifles de
assalto, a última das regulamentações impostas às viagens sauditas para os
Estados Unidos após o 11 de setembro estava sendo desmontada. Enquanto alguns
oficiais do governo americano estavam ocupados com seus planos para desarmar
americanos, outros oficiais estavam negociando a transferência de F-16s e
tanques Abrams para o Egito governado pela Irmandade Muçulmana.

Presidente
do Egito, que tem ligações com grupos terroristas islâmicos, está recebendo do
governo dos EUA poderosas armas, que poderão ser usadas contra Israel.
Obama
não está disposto a confiar em americanos com uma AR-15, mas está disposto a
confiar em um grupo terrorista genocida com tanques Abrams e caças F-16. O
canhão M61 Vulcan do F-16 pode disparar 6.000 tiros por minuto e a ogiva de 146
lb (aproximadamente 66,2 kg) de seus mísseis HARM podem fazer muito mais do que
colocar algumas cavidades em uma parede de tijolos. O canhão de 120 mm do
Abrams pode penetrar 26 cm de couraças de aço, tornando-o muito mais formidável
do que até mesmo as mais loucas fantasias dos liberais de São Francisco sobre
as capacidades do assim chamado “rifle de assalto”.
Enquanto
Obama não tem se disposto a respeitar a Constituição dos Estados Unidos e sua
Declaração de Direitos, ele tem estado disposto a armar um grupo terrorista
cujo lema é: “O Alcorão é nossa constituição, o Profeta Maomé é nosso
líder, Guerra Santa é o nosso caminho e morte em nome de Alá é nosso
objetivo”. Se um estudante de Escola Secundária escrevesse isso em sua
página no Facebook, ele seria preso pela polícia dentro de uma hora, mas uma
organização internacional e um governo nacional que comercializa tal retórica
recebe poder de fogo devastador do governo americano… de graça.
Além
de dar ao governo do Líbano governado pelo grupo terrorista Hezbollah 200
veículos blindados M113, Obama deliberadamente fez vista grossa enquanto a Al
Qaeda e outros grupos rebeldes islâmicos na Líbia recebiam embarques de armas
do Catar. Essas armas incluem poder de fogo muito maior do que qualquer coisa
que você possa comprar no Wal-Mart e mais tarde foram parar em Mali e na Síria.
Mais armas foram parar nas mãos de terroristas do Hamas em Gaza. Se alguma
dessas armas foram usadas no assalto à missão diplomática em Benghazi é
desconhecido, mas perfeitamente possível.
Enquanto
os atacantes da Al-Qaeda em Benghazi estavam fortemente armados, com a
cumplicidade do governo de Obama, os americanos foram obrigados a respeitar as
leis de controle de armas da Líbia, porque, enquanto Obama estava disposto a
bombardear um país e ajudar a armar seus terroristas, ele não estava tão
disposto a permitir que os agentes de segurança da embaixada desprezassem a lei
de armas de fogo em uma cidade governada por milícias terroristas. Ao invés
disso, a milícia terrorista da Irmandade Muçulmana foi contratada para fornecer
segurança para a missão de Benghazi… com resultados trágicos.
Tem
havido uma grande quantidade de choro sobre o leite derramado ao falar da
irresponsabilidade de Nancy Lanza em manter armas por toda a casa, mas e a
irresponsabilidade de Obama ao enviar armas para traficantes mexicanos
(operação Fast and Furious) e jatos e tanques para terroristas muçulmanos?
Com
base em seu histórico, Obama acredita que é seguro enviar armas a traficantes
mexicanos, ao Hezbollah e aos terroristas da Al-Qaeda, para não mencionar a
Irmandade Muçulmana, mas que é muito perigoso para um americano possuir um
cartucho de munição que pode conter mais de 10 rodadas.
E
isso significa que Obama não tem em alta conta o caráter moral dos americanos,
mas tem em alta conta os terroristas muçulmanos.
Esse
dois pesos e duas medidas é o tema principal do atual governo americano. Um
punhado de tiros em um massacre é o suficiente para privar todos os americanos
de seus direitos constitucionais, mas o pior ato de assassinato em massa dos
americanos não é o suficiente para privar estudantes sauditas muçulmanos que
procuram uma boa escola de voo de seus vistos.
Mesmo
enquanto Obama e Biden estão forçando mais checagens de antecedentes para os
proprietários de armas, os estudantes sauditas serão submetidos a menos
checagens de antecedentes. Em “A Audácia da Esperança”, Obama
prometeu ficar com os muçulmanos se os ventos políticos mudassem para uma direção
horrível. Mas quando os ventos políticos mudam para uma direção horrível para
os proprietários de armas, então Obama pode ser encontrado soprando no
ventilador.
Nos
EUA de Obama, apenas algumas pessoas podem esperar a proteção da Declaração de
Direitos.  E, em uma crise, há direitos
civis de algumas pessoas que nós violamos e os direitos de algumas pessoas que
nós não violamos.

Não
há nada na Declaração de Direitos que diz que você não pode fichar viajantes
muçulmanos em aeroportos. Para usar o mesmo argumento que os controladores de
armas, aeroportos e aviões nem sequer existiam na época dos Pais Fundadores,
portanto não poderiam ter previsto a sua existência ou aplicado qualquer
limitação a qualquer violação dos direitos civis que podem ocorrer dentro
deles.

O
assassinato de 3.000 pessoas não tornou aceitável de forma alguma discriminar
especialmente um muçulmano, apesar das leis da lógica, de probabilidade, e
senso comum. Isso seria um exagero. Isso significaria punir um grande número de
pessoas, o que seria inaceitável, não importa quantas vidas pudesse salvar. Mas
privar milhões de americanos da proteção da Segunda Emenda após vários
tiroteios realizados por adolescentes com doença mental é, por algum motivo,
uma reação não exagerada.
Não
é aceitável discriminar um número relativamente pequeno de muçulmanos nos
Estados Unidos para salvar as vidas de milhares de pessoas, mas é imperativo
que nós, discriminemos dezenas de milhões de americanos para salvar um número
menor de pessoas. A lógica de segurança pública disso não se sustenta de acordo
com os números, a ética ou a lei.
O
negociante de armas da Irmandade Muçulmana na Casa Branca está operando sob
flagrante caso de dois pesos e duas medidas. Ou um ato de assassinato em massa
é uma razão válida para privar as pessoas de seus direitos civis, ou não é. Ou
armas perigosas devem ser mantidas fora do alcance de pessoas potencialmente
perigosas, ou não deveriam. Mas o que ele não pode fazer é o que ele está
tentando fazer, que é ter as duas coisas, a concessão de privilégios especiais
para muçulmanos do exterior e em casa, privando os americanos de seus direitos
civis básicos.
Se
o presidente Mohammed Morsi, que há apenas dois anos descreveu os EUA como um
inimigo, e que, desde então, tem torturado e assassinado o seu único povo pode
ser confiado com tanques Abrams e F-16s, então certamente o americano
proprietário de arma pode ser confiado com uma AR-15 e um cartucho de munição
que detém mais de 10 rodadas.
Fonte: http://juliosevero.blogspot.com.br
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