Tipos de Pessoas que não Acreditam nas Conspirações da Nova Ordem Mundial

O
Incauto Feliz da Vida. Também conhecido como “Mauricinho” ou
“Patricinha”. A vida é uma festa para estas pessoas. Desde que elas
não sejam afetadas pelas circunstâncias imediatas dos problemas que estejam ao
seu redor, elas não poderiam se preocupar menos com política, economia, guerra
ou com a enganação do governo. Elas podem até estar cientes dos fatos terríveis
que estão por trás de alguma questão, mas enquanto a rotina de sua existência
neste mundo permanecer intacta, elas têm pouca motivação para mudar seu modo de
pensar, ou mudar seu mundo.

Na verdade, alguns Incautos Felizes da Vida gostam
de uma ou duas catástrofes aleatórias, pois isso serve de assunto para as
conversas rápidas em volta da máquina de fazer café na empresa. Os principais
interesses deles são o consumismo irrestrito (o acúmulo de coisas
desnecessárias) e experiências sexuais sem envolvimento emocional (o acúmulo de
uma falsa autoconfiança). Em grande parte, o que eles sabem sobre o mundo foi
derivado dos quinze minutos diários assistindo ao noticiário das principais
emissoras de televisão. Frequentemente, eles repetem alguns pontos que ouviram
nos principais canais de notícias, mas raramente têm alguma ideia original.


observei que esses homens e mulheres são normalmente do extrato mais alto da
classe média, de famílias de colarinho branco. Provavelmente eles foram mimados
e protegidos do sofrimento que existe do lado de fora da bolha de conforto em
que nasceram e, provavelmente, nunca tiveram de lutar para conseguir alguma
coisa na vida, o que lhes deu um senso audacioso de possuir direitos. Muitas
dessas pessoas rompem com esse padrão mental por sua própria conta. Já conheci
vários casos assim. Outras, porém, se recusam a ver o óbvio, a não ser que
sejam confrontadas com a possibilidade de virem a perder algo se não tomarem uma
atitude.
O
Incauto Metido a Intelectual. Este é meu tipo favorito. Estas pessoas pensam
muito de si mesmas; têm uma autoestima muito elevada. Algumas até mesmo se veem
como parte da elite (embora a maioria não seja). Normalmente, são pessoas da
“classe profissional”, e são médicos, advogados, bancários,
investidores, professores universitários, cientistas, etc.; algumas podem ainda
não ter saído da universidade, porém já começam a demonstrar um complexo de
superioridade.
O
Incauto Metido a Intelectual acredita que o mundo da academia não comete erros,
ao contrário dos verdadeiros eruditos, que sempre têm a sabedoria de questionar
as conclusões da academia. Para mim, um diploma de uma universidade de primeira
linha é pouco mais do que um pedaço de papel de 100 mil dólares; ele não me diz
nada sobre a verdadeira inteligência da pessoa que o ostenta. Basta somente
olhar para os analistas financeiros “profissionais” da grande mídia,
que cegamente apoiaram a economia keynesiana e se recusaram a reconhecer as bolhas
que estavam sendo criadas pelas taxas de juros artificialmente baixas fixadas
pelo Sistema da Reserva Federal (um banco central privado) e a mentalidade do
dinheiro de graça. A cara formação educacional deles não serviu para nada e a
economia mundial está agora em um ruinoso declínio.
A
conclusão é que, em grande parte, a “educação superior” é, na
verdade, doutrinação. As pessoas que obtém diplomas em Economia aprendem aquilo
que o sistema financeiro quer que elas aprendam, e nada mais. O mesmo se aplica
a qualquer outro campo de estudo em que as informações são extremamente
centralizadas e filtradas. Todavia, o Incauto Metido a Intelectual têm uma fé
tão mal colocada na torre de marfim de sua universidade de primeira linha que
assume que atingiu o pináculo do conhecimento. Aqueles que não entram nesse
sistema como o Metido a Intelectual entrou, passam a ser ignorados ou
ridicularizados sempre que apresentam uma opinião diferente.
Esse
tipo de carneiro incauto é movido pelo desejo de obter respeito, poder e,
algumas vezes, admiração e adulação servis. Na verdade, para eles, ser
inteligente é menos importante do que conseguir fazer os outros acreditarem que
eles são inteligentes sem questionamentos. Quando desafiados a provarem sua
inteligência, eles frequentemente respondem com indignação. Eles nunca, ou
raramente, consideram a possibilidade que possam estar errados em qualquer
assunto, especialmente se for um assunto ligado à sua formação universitária.
Quando se veem enfrentando alguém que tenha uma melhor compreensão sobre um
assunto, eles não cedem. Em vez disso, recorrem às táticas subversivas de
debate para confundir a discussão, saem pela tangente para evitar o confronto
direto e, quando estão realmente encurralados, proferem frases usando um vocabulário
obscuro, na tentativa de impressionar os outros e desviar a atenção do fato que
eles não têm ideia sobre aquilo que estão falando.
Os
Incautos Metidos a Intelectuais são fáceis de identificar pelo seu
comportamento arrogante.
Eles tendem a se distanciar de canais de televisão
como FOX e CNN e leem publicações como Forbes e Foreign Affairs (a revista
oficial do CFR, o Conselho das Relações Internacionais), que ainda são
propaganda, porém de uma natureza mais complexa. Eles respondem à maioria dos argumentos
com um sorriso, devido ao excesso de confiança, até que percebam que estão
sendo vencidos, e então tendem a perder a compostura. É necessário que eles
passem por muitos embaraços em público para que comecem a corrigir seus modos.
O
Incauto da Classe Trabalhadora.
Também conhecido como “bom sujeito”.
(Nota especial: Venho de uma formação paralela, de modo que estou muito
familiarizado com esse tipo de indivíduo.) Você poderia pensar que as pessoas
que pensam de si mesmas como conservadoras estariam cientes do ímpeto rumo ao
governo global e ao fato que grupos como a Al-Qaeda sejam um conto da
carochinha para nos distrair da verdadeira ameaça: o elitismo socialista
misturado com os interesses das grandes empresas e com a burocracia inchada do
governo federal. Aparentemente, este tipo de carneiro incauto gostaria de ouvir
falar sobre o assunto, porém o jogo de futebol já começou na televisão, a
mulher está reclamando de alguma coisa e as crianças não param de rabiscar as
paredes da casa. Tal é a vida de um homem sem prioridades válidas.
Essas
pessoas são normalmente subservientes ao neoconservadorismo, uma ideologia que
é estranhamente idêntica ao socialismo com uma inclinação empresarial.
Mussolini tinha um nome para essa combinação, mas a palavra agora fugiu da
minha lembrança…
Não
é que elas gostem do grande governo, do socialismo e da perda de suas
liberdades, é simplesmente que elas são ignorantes demais para perceber que é
para isto que estão contribuindo quando apoiam o atual Partido Republicano.
Esses carneiros incautos são muito competitivos. Infelizmente, porém, eles não
alcançaram muitas realizações em suas vidas, o que os forçam a viver
substitutivamente por meio dos sucessos dos outros, como equipes esportivas,
personalidades políticas, e soldados enviados aos buracos do inferno em países
do Terceiro Mundo para matar os “caras maus”. Ganhar, independente se
a luta é legítima ou justificada, está no alto da lista para o Idiota da Classe
Trabalhadora.
Eles
gostam de acreditar que têm um profundo relacionamento com sua consciência, o
que aumenta a dor quando alguém tenta explicar alguma coisa para eles. Esses
homens estão justificados em suas próprias mentes por um conjunto de falácias
lógicas que deixaria qualquer psicólogo chocado. Ser racional não é importante
para aqueles que são veementemente justos aos seus próprios olhos. Eles são os
“bons sujeitos”, qualquer um que discorde deles é um “mau
sujeito”, e isto é tudo. A mentalidade deles os torna muito fáceis de
enganar e muito fáceis de liderar.
A
Classe Trabalhadora adora assistir a televisão.
Mais de dois ou três dias sem
televisão e ele começa a tremer como um viciado em drogas sem consumir sua dose
habitual. Ele assiste à programação da FOX religiosamente, porém não
comentaristas inteligentes, como Andrew Napolitano. Ele gosta muito mais de
tipos psicóticos, como Bill O’Reilley, que profere bobagens sem fundamento.
Quando encurralado em uma discussão, esse tipo de carneiro incauto tenta todo
truque que conhece para depreciar ou intimidar seu oponente. Quando isso não
funciona, ele não vê problemas em recorrer à violência. Como convencer este
tipo de carneiro incauto? Encontre uma personalidade de mundo esportivo, um
republicano proeminente, ou um militar que fale abertamente sobre a N.O.M.
(existem alguns por ai). Somente então ele tirará as vendas dos olhos.
O
Incauto da Nova Era.
Também conhecido como “coletivista assumido”.
Não deve ser confundido com as pessoas que fazem estudos legítimos sobre
mitologia, espiritismo e os ensinos do passado antigo. Estas são as pessoas que
leem livros descartáveis como O Segredo e acham que realmente aprenderam um
segredo.
Você
não precisa caminhar sobre ovos com os Incautos da Nova Era ao falar sobre a
N.O.M. É provável que eles abordem você sobre o assunto. O problema é que eles
acham que é a melhor coisa desde que inventaram as varinhas de incenso
perfumado! Por quê? Porque a visão deles de uma ordem mundial vem de uma
sobreexposição às fantasias do tipo Jornada nas Estrelas e a uma forma
subversiva de propaganda que gosto de chamar de “pensamento
positivo”.
Em
sua maioria, os aderentes da Nova Era são pessoas que em um ponto ou outro em
suas vidas enfrentaram alguma dificuldade muito grande, ao contrário do Incauto
Feliz da Vida. Entretanto, em vez de permanecerem firmes na luta, eles cederam
e se encolheram como uma bola, para nunca mais fazerem qualquer esforço real em
nada substancial novamente. Em geral, eles fazem desculpas complexas para si
mesmos, e adotam conceitos filosóficos do Oriente que não compreendem de
verdade. Zen se torna uma desculpa para ignorar o resto do mundo e focar a
atenção em algo irrelevante, como tecer cestos com palha de palmeira. O Carma
se torna uma desculpa e justificativa para qualquer evento ruim. A consciência
de si mesmo se confunde com centrar-se em si mesmo. Enquanto os Incautos
Felizes da Vida enfocam superficialmente o mundo exterior, os aderentes da Nova
Era enfocam superficialmente seu próprio mundo interior.
O
Incauto da Nova Era não sai pelo mundo decidido a corrigir ativa e fisicamente
os problemas. Eles seguem a visão do pensamento positivo, que é ignorar as
coisas ruins e desejar que elas desapareçam, ou fazê-las desaparecer com
“o poder da mente”. Não, não estou brincando. Todo aderente de Nova
Era que já encontrei adere obstinadamente à crença que se eles se fixarem em
bons pensamentos e desejarem aquilo de forma ardente por tempo suficiente, sua
“energia mental” invisível mudará o meio ambiente para eles. “Se
todos fossem cegamente otimistas sobre todas as coisas, nossa sociedade seria
perfeita”, eles pensam consigo mesmos. Detesto ter de dar as más notícias
para eles, mas nenhuma quantidade de “vibrações positivas”
interromperá a implosão inflacionária do dólar, ou impedirá as pessoas que
preferiram deliberadamente ignorar suas consciências de fazerem coisas
terríveis.
Passei
duas décadas praticando artes marciais, de modo que conheço bem a ideia da
energia espiritual e mental. Entretanto, nas artes marciais, você aprende
(corretamente, creio) que desenvolver o foco interior somente o prepara para a
luta, porém não faz a luta desaparecer. A Nova Era na verdade pode ser resumida
como uma tentativa de cortar as arestas e agrupar respostas fáceis para os
problemas muito complexos e intrincados da vida. É a metodologia de negação do
preguiçoso, em que não existe uma realidade concreta, somente “pontos de
vista”. Isso produz uma mentalidade de colmeia, porque a busca pelo
individualismo é em si mesma uma maratona exaustiva, que eles não querem
empreender. O coletivismo aberto e declarado é muito mais fácil. Tudo o que
você precisa fazer é seguir o enxame. Além disso, como os aderentes de Nova Era
forçam a si mesmos a se tornarem tão maleáveis, ao longo dos anos eles irão
irrefletidamente se adaptar a qualquer circunstância terrível. Se a realidade é
somente um “ponto de vista”, então por que não pensar nas guerras e
holocaustos como distúrbios ilusórios no tempo?
O
único modo que já descobri de convencer os Incautos da Nova Era é mostrar
sucintamente para eles que a Nova Ordem Mundial que as elites globais estão
construindo não é a mesma que eles gostam de imaginar. Fazer com que eles leiam
os documentos da ONU sobre governança global e documentos do governo federal,
como o PDD 51 (uma Ordem Executiva que dá poderes ditatoriais ao presidente
Obama no caso de alguma emergência) e o Programa de Trabalho Para Presos Civis
pode ajudar. Provavelmente, eles ainda acharão que um governo mundial único é
uma boa ideia, porém pelo menos não apoiarão a versão das elites.
Os
Incautos “Metidos a Ativistas”.
Também conhecidos como “rebeldes
com muitas causas e sem conhecimentos suficientes”. Pelo menos estas
pessoas estão dispostas a deixar suas casas e lutar por alguma coisa, mesmo
sabendo pouco, ou quase nada, sobre aquilo pelo que estão lutando. O problema é
que a falta de visão e de uma compreensão profunda da maioria das questões os
torna muito susceptíveis à manipulação. Estes são os “idiotas úteis”
sobre os quais tanto ouvimos falar; as pessoas que apoiam os grupos anarquistas
que promovem ideais socialistas (o que é uma contradição, pois o socialismo é
contrário aos dogmas do verdadeiro anarquismo), as pessoas que acreditaram em
tudo o que ouviram da Unidade de Pesquisas Climáticas, da Universidade de East
Anglia, sobre aquecimento global, embora esse órgão nunca tenha liberado os
dados das fontes primárias que provem que aquilo que eles diziam era
verdadeiro, as pessoas que acusam o capitalismo e o livre mercado pelo colapso
econômico, embora não tenhamos o capitalismo legítimo e o livre mercado há quase
um século. Sem conhecer os fatos que estão por trás dessas questões, como
alguém pode se envolver eficazmente nelas?
Os
Incautos Metidos a Ativistas protestam não tanto para mudar o mundo, mas para
se sentirem como estivessem mudando o mundo. Ser parte de algo maior, mesmo que
seja uma tapeação, é algo que dá grande motivação. Essas pessoas acham que
compreendem as operações da política e da cultura, mas as fontes de informações
que elas usam são na verdade estreitas e enviesadas. A NPR (National Public
Radio, http://www.npr.org), por exemplo, não é uma fonte confiável de notícias,
e somente por que eles falam com uma voz monótona e com um sotaque britânico
não significa que estejam informados sobre as tendências sociais subjacentes,
ou que sejam objetivos. A maior parte do jornalismo “progressista” é
meramente o equivalente esquerdista da FOX: altamente saturado com
desinformação e apertando botões para despertar as emoções. Isso ajuda a criar
uma subcultura que vê a si mesma como “alternativa”, quando na
realidade é o outro lado da mesma moeda do falso e velho paradigma.
A
vantagem de lidar com os Incautos Metidos a Ativistas é que eles entendem que
algo está muito errado no mundo. Isto é mais do que a maioria dos outros
incautos consegue entender ao longo de toda a sua vida. A chave é mostrar para
eles a imprecisão das fontes de informação em que eles confiam e fazê-los sair
da armadilha mental da falsa esquerda/direita. Enquanto continuarem a acusar a
“direita” por todos os problemas do planeta, enquanto continuarem a
acusar os adversários genéricos e fictícios que foram criados para eles pela
mídia, nunca compreenderão por que nosso país continua no caminho para a
autodestruição, a despeito de todos os seus discursos públicos. [ espada ]

Fonte: http://nosdiasdenoe.blogspot.com.br/

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