A novilíngua gay: França irá BANIR as palavras “mãe” e “pai”

A
França posicionou-se no sentido de banir as palavras “mãe” e
“pai” de documentos legais visando a legalização do
“casamento” homossexual e dar direitos iguais à adoção de ambos os
casais tradicionais e parceiros do mesmo sexo. Segundo a proposta, que está
sendo encaminhada agressivamente, dentre outros, pelo presidente francês,
François Hollande, o termo “pais” substituiria “mãe” e
“pai” em uma cerimônia de casamento idêntica, que será idêntica para
casamentos tradicionais e homossexuais.

De
acordo com o Instituto Cristão do Reino Unido, um projeto de lei previsto para
ser apresentado ao gabinete Hollande para aprovação em outubro vai definir o
casamento como a “união de duas pessoas, de diferente ou do mesmo
gênero”.
A
Igreja Católica da França foi implacável em sua oposição ao “casamento”
homossexual, com o Cardeal Barbarin Philippe alertando sobre as terríveis
consequências que resultariam. “O casamento gay anunciaria um colapso na
sociedade”, disse Barbarin à Radio da Cristandade Livre. “Isso pode
ter incontáveis consequências. Depois eles vão querer criar casais com três ou
quatro membros. E depois disso, talvez um dia o tabu do incesto venha a
cair.”

Igreja
Católica do país publicou uma oração que inclui a advertência: “Crianças
não devem ser submetidas aos conflitos e desejos dos adultos, dessa forma,
poderão se beneficiar plenamente do amor de sua mãe e pai.”

Além
disso, o Papa Bento XVI convocou 30 bispos franceses à Itália para encorajá-los
na luta da Igreja Católica na proteção do casamento, dizendo aos prelados,
“Nós temos na França um verdadeiro desafio para enfrentar.”

Representando
os pontos de vista daqueles que defendem o “casamento” de pessoas do mesmo sexo
no país, a Ministra da Justiça da França Christiane Taubira desafiou:
“Quem poderá dizer que um casal heterossexual vai criar uma criança melhor
do que um casal homossexual, que vai garantir a melhores condições para o
desenvolvimento da criança? “Taubira afirmou que” o que é certo é que
o interesse da criança é mais importante para o governo.”

O
Bispo francês Dominique Rey pediu ao governo que permita que o povo da França
decida sobre a definição do país acerca casamento. “Um referendo deve ser
realizado para permitir um debate real e para garantir que o governo não está
nas mãos dos lobistas”, disse ele. “A maioria da população concorda
com a visão tradicional de casamento”.
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