Bill Gates se une a abortistas e declara: “O mundo precisa de menos pessoas!?!”

Bill
Gates, bilionário da indústria de software que anteriormente defendeu a redução
da população humana mediante o uso de vacinas, e sua esposa Melinda marcaram os
100 anos desde o Primeiro Congresso Internacional de Eugenia em Londres com uma
cúpula de “planejamento familiar” com abortistas e a ONU.

Bill
Gates: reduzir a população mundial por todos os meios, inclusive vacinas
O
evento de 11 de julho, co-patrocinado pelo Departamento de Desenvolvimento
Internacional da Inglaterra, incluía organizações como a Federação de
Planejamento Familiar, Marie Stopes International e o Fundo de População da ONU
assim como a Fundação Bill e Melinda Gates.
Os
críticos apontaram para o fato de que a cúpula foi realizada 100 anos depois da
conferência de eugenia de 1912 dirigida por Leonard Darwin, filho de Charles
Darwin, e dedicada a Francis Galton, meio-primo de Darwin.
Galton
inventou o termo eugenia para promover a ideia de que uma procriação
estratégica melhoraria a humanidade.
De
acordo com a Voz Cristã, um ministério que analisa os atuais eventos e atos
sobre as instruções bíblicas para “um melhor jeito, o jeito de Deus”, o evento
de 1912 promoveu a “noção de que a economia pode ser melhorada mediante a
redução do excesso populacional”, com base nas teorias de Thomas Malthus.
O
célebre pastor do século XVIII sugeriu que os pobres estavam “drenando os
recursos do mundo”, e uma solução seria “introduzir políticas especificamente
designadas para trazer morte para grandes números de pessoas”.
A
Voz Cristã apontou para o fato de que Malthus “incentivava as pessoas a se
mudarem para locais próximos de pântanos, pois ele sabia que elas pegariam
doenças ali e começariam a morrer em massa”.
O
relatório observou que a cúpula de 2012 “não incluía nenhuma exigência de
esterilização forçada, mas Bill e Melinda Gates prometeram milhões de dólares
para melhorar o acesso à contracepção no mundo em desenvolvimento”.
Tanto
Bill quanto Melinda Gates repetidamente disseram que há gente demais na terra.
“Melinda
Gates deixou isso muito claro em 2011 quando comentou que ‘os líderes
governamentais… estão agora começando a compreender que prover acesso a
contraceptivos é um jeito barato de promover crescimento econômico’”, disse a
Voz Cristã.
O
relatório disse: “Então qual é exatamente a relação entre contracepção e
crescimento econômico? A conexão é simples: menos pessoas = mais recursos”.
No
entanto, ideias polêmicas não são novidade para a família Gates. Em reportagem
recente, WND divulgou que Natural News disse que dezenas de crianças no Malauí
foram vacinadas contra o sarampo sob a mira de armas da polícia.
Quem
foi o parceiro nessa campanha de vacinação forçada? A Fundação Bill e Melinda
Gates, de acordo com Natural News.
Duas
reportagens independentes da imprensa disseram que os pais levaram seus filhos
para o país vizinho, Moçambique, para evitar a campanha obrigatória de
vacinação contra o sarampo por vários motivos religiosos. Contudo, quando as
famílias retornaram para o Malauí, viram que os assistentes de saúde e a
polícia os estavam esperando, e as crianças foram forçadas a receber as
vacinas.
O
relatório da Voz Cristã disse que os pais e as crianças pertenciam às igrejas
Sião e Atumwe e criam que receber as vacinas viola seus princípios religiosos.
De
acordo com o relatório da Voz Cristã, Medison Matchaya, secretário de saúde
local, fez questão de que os médicos que deram as vacinas tivessem escolta
policial.
O
elo para o conceito de que menos pessoas fariam o mundo melhor apareceu quando
Gates recomendou vacinas como um método para reduzir a população mundial.
Gates
fez esse comentário na Conferência de Tecnologia, Entretenimento e Design de
2010 em Long Beach, Calif. A conferência só estava aberta a participantes
especialmente convidados. O discurso de Gates de fevereiro foi intitulado
“Inovando até Chegar a Zero!”
Ele
apresentou um discurso sobre aquecimento global, declarando que as emissões de
CO2 têm de ser reduzidas a zero até 2050. Gates disse que toda pessoa no
planeta produz em media cerca de cinco toneladas de CO2 por ano.
“De
certo modo temos de fazer mudanças que trarão reduções até chegar a zero”,
disse ele. “[A população] está constantemente crescendo. Foi somente com várias
mudanças econômicas que esse crescimento chegou a parar. Por isso, temos de
fazer esse crescimento cair e cair até chegar a zero”.
Gates
apresentou a seguinte equação: CO2 (total de emissões de CO2 da população por
ano) = P (pessoas) x S (serviços por pessoa) x E (energia média por serviço) x
C (emissão média de CO2 por unidade de energia).
“Vamos
examinar cada um desses componentes e ver como podemos reduzir até chegar a
zero”, disse ele. “Provavelmente, um desses números vai ter de chegar bem perto
de zero. Isso é um fato que vem da álgebra do ensino secundário”.
Discutindo
o “P”, ou fração populacional da equação, ele declarou: “Vamos dar uma olhada.
Primeiro, temos a população. O mundo hoje tem 6,8 bilhões de pessoas, e vai
chegar a cerca de 9 bilhões. Agora, se realmente fizermos um grande trabalho
com novas vacinas, assistência de saúde e serviços reprodutivos, poderemos
reduzir a população em talvez 10 ou 15 por cento” [ênfase acrescentada].
Além
disso, ele disse que não seria difícil manter o rastreamento das crianças, as
vacinas que tiveram e quando tiverem de receber outra.
Ele
disse que a tecnologia de telefone celular poderia ser usada para registrar
todo nascimento no mundo inteiro e para rastrear as crianças para garantir que
sejam vacinadas conforme os desejos dos assessores governamentais.
A
campanha em massa foi discutida por Gates numa Cúpula de Saúde, que se
aprofundou nas questões de tecnologia e saúde.
De
acordo com Natural News, Gates disse na conferência que a meta é uma população
menor, e o uso das vacinas para melhorar a saúde dos bebês é um passo nessa
direção.
“Isso
soa paradoxal”, disse ele. “O fato é que dentro de uma década de resultados de
melhoria da saúde, os pais decidem ter [menos] filhos”.
“Se
conseguirmos registrar todos os nascimentos pelo telefone celular, obter
digitais e endereços, então poderemos levar o sistema onde as pessoas estão e
garantir que todos sejam vacinados”, disse ele. “Temos de fazer tudo da forma
mais eficiente”.
Numa
reportagem de maio de 2009, o WND revelou quando Gates se juntou a alguns dos
homens e mulheres mais ricos do mundo que se encontraram secretamente em Nova
Iorque para conversar sobre usar sua vasta riqueza para controlar o crescimento
da população do mundo.
Além
de Gates, o encontro incluiu alguns dos maiores nomes no “clube dos
bilionários”, de acordo com o jornal London Times, inclusive David Rockefeller,
Ted Turner, Oprah Winfrey, Warren Buffett, George Soros e Michael Bloomberg.
Em
fevereiro de 2009, Gates também discutiu controle populacional.
“As
projeções oficiais dizem que a população mundial chegará ao ponto máximo de 9,3
bilhões [que hoje está em 6,6 bilhões hoje], mas iniciativas de caridade, tais
como melhor assistência de saúde reprodutiva, achamos que podemos reduzir para
8,3 bilhões”, disse ele.
No
site American Thinker, pouco antes da recente conferência, Andressen Blom e
James Bell escreveram que Melinda Gates disse que a conferência deste ano não
deveria envolver “nenhuma polêmica”.
Mas
eles escreveram que a “única diferença entre a conferência de um século atrás e
a conferência deste ano” é que a deste ano “nunca reconhecerá que a eugenia é
sua ideia motivadora”.
“A
eugenia é a ideia infame de que os governos têm de decidir quais tipos de
cidadãos devem ser considerados desejáveis… e quais tipos de cidadãos devem ser
considerados indesejáveis… e empregar o poder do Estado para incentivar
aumentos dos cidadãos desejáveis (eugenia positiva) e incentivar reduções dos
cidadãos indesejáveis (eugenia negativa)”, escreveram eles.
Eles
citaram a declaração de Melinda Gates de que os líderes governamentais “estão
agora começando a compreender que fornecer acesso a contraceptivos é um jeito
barato de promover crescimento econômico”.
“Os
governos deveriam fornecer a todas as mulheres acesso a ferramentas de
planejamento familiar que são seguras e eficientes”, disse ela.
A
Voz Cristã disse que o significado é o mesmo, ainda que as palavras usadas hoje
sejam diferentes.
Em
maio, a Voz Cristã disse, a Fundação Gates deu uma verba de 100.000 dólares
para pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte, Chapel Hill, para
desenvolverem um novo tipo de ultrassom descrito como uma “forma não invasiva e
reversível de controle da natalidade para homens”.
O
ultrassom tornaria um homem infértil por até seis meses.
Margaret
Sanger, fundadora da Federação de Planejamento Familiar, era uma antiga
defensora da eugenia que esperava “ajudar a raça humana a eliminar os
indignos”, comentou a Voz Cristã. A fundadora da entidade Marie Stopes
International, com sede na Inglaterra, apontou para o fato de que Sanger cria
que a esterilização para os “indignos de serem pais e mães” deveria ser
“compulsória”.
“Certamente,
ninguém no Ocidente ainda acha que os pobres e pessoas de ‘mente fraca’ devem
ser sujeitos à esterilização compulsória, certo?” disse a Voz Cristã.
Mas
então citou que:
*
A Fundação Gates está em parceria com a ONU, que já apoia o limite da China de
um filho por família. As campanhas citam o “aquecimento global” como motivo
para limitar o número de pessoas.
*
A Fundação Gates é um “Parceiro Chave” da Organização Mundial de Saúde e seu
histórico mundial de esterilizar mulheres a força.
*
A conferência do mês passado teve ajuda do Departamento de Desenvolvimento
Internacional da Inglaterra, “que tem dado dinheiro de assistência para a Índia
apesar de avisos de que seria processada a fim de esterilizar mulheres a
força”.
*
A Inglaterra já inclui, em seus pacotes de assistência externa, políticas de aborto.
*
E a Fundação Gates apoia a organização Save the Children (Save as Crianças),
“que tem sido uma grande promotora da agenda de controle populacional”.
Reportagem
do jornal Guardian de Londres disse que a conferência foi o início do plano de
Gates de levantar 4 bilhões de dólares para suas campanhas.Fonte Internet. Na
fé Letícia Ferreira.
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