Cúpula da Contracepção de Bill Gates Enriquecerá Grupos de Aborto e Controle Populacional

Wendy
Wright
NOVA
IORQUE, EUA, 28 de junho (C-FAM) A Fundação Bill e Melinda Gates quer reunir
compromissos de bilhões de dólares de cabeças de Estado e outros líderes para
programas contraceptivos que mirem as mulheres pobres. A Fundação Gates também
quer que os governos ajudem a vencer o que eles consideram ser “barreiras” para
o uso contraceptivo tais como o envolvimento dos pais. Essas campanhas
ocorrerão numa Cúpula de Planejamento Familiar patrocinada pelos Gates em 11 de
julho em Londres.

De
acordo com um documento da Fundação Gates publicado em conjunto com o governo
do Reino Unido, uma meta chave é governos permanentes financiando os defensores
do aborto para promoverem acordos globais sobre serviços e direitos de saúde
sexual e reprodutiva, e fazerem pressão sobre os legisladores para darem mais
dinheiro para informações e serviços contraceptivos.
Melinda
Gates insiste em que a campanha não está ligada ao aborto ou ao controle
populacional. Ela diz que é sobre dar às mulheres condições de escolher uma
família tão pequena ou grande quanto quiserem. Contudo, a Cúpula não dá apoio
nenhum para a saúde materna ou infantil, e seus principais parceiros têm se
engajado em campanhas de aborto e esterilização forçada.
Até
mesmo a Anistia Internacional teme que a campanha “retornará aos programas de
planejamento familiar coercivos”.
O
documento final da Cúpula pede que todos os membros da “comunidade global” —
países, doadores, sociedade civil, fabricantes e outros — financiem e promovam
o planejamento familiar para todos, inclusive para solteiros e adolescentes.
A
premissa básica da Cúpula é uma tão chamada “necessidade não atendida” de
contracepção. O conceito se refere a mulheres que não querem uma criança
imediatamente e não estão usando a contracepção por alguma razão — inclusive
atividade sexual infrequente, aversão aos efeitos colaterais, ou objeções
religiosas. De acordo com Lant Pritchett, professor de Harvard, as mulheres que
não expressaram nenhum desejo por contraceptivos são registradas como
precisando dele. Isso inclui as mulheres “que requerem motivação para quererem
o que se presume elas precisam”.
Essa
rede vasta que captura as mulheres que não querem usar a contracepção, e
poderão desejar filhos num tempo posterior à pesquisa, explica a intenção
dominante da Cúpula de usar os financiamentos para “aumentar a reivindicação”
por contracepção.
Fundos
levantados pela Cúpula serão também usados para comprar e distribuir mais
contracepção, presumindo que as mulheres querem contraceptivos, mas não
conseguem obtê-los. Contudo, conforme relatório do Banco Mundial, “necessidade
não atendida não deveria ser igualada à falta de acesso à contracepção… as
mulheres com necessidade não atendida poderão ainda não ter nenhuma intenção de
usar a contracepção se fosse prontamente acessível e de boa qualidade”.
Aliás,
ao contrário dos dois principais argumentos promovidos pelos defensores do
planejamento familiar, estudos mostram que mais acesso à contracepção não
resulta em menos gravidezes ou abortos.
Os
críticos temem que a campanha da Cúpula em prol da contracepção distanciará
verbas e equipes de lutarem com questões de saúde que têm falta de defensores
poderosos, tais como assistência médica para mulheres grávidas.
A
Cúpula rigidamente controlada está sendo organizada pelo Departamento de
Desenvolvimento Internacional da Inglaterra, o qual tem sido acusado pelo
jornal Guardian de financiar os programas de esterilização forçada da Índia. A
conferência está sendo organizada de modo tão fechado que a sede da conferência
só será anunciada depois das reuniões iniciais, e só governos que fizerem
compromissos poderão participar. A Federação Internacional de Planejamento
Familiar, o maior fornecedor mundial de abortos, está mobilizando a sociedade
civil a frente do evento. Os ativistas pró-vida estão se queixando sobre a
falta de transparência e prestação de contas.
Fonte: http://juliosevero.blogspot.com.br/
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