O filme ‘Mera Coincidência’ revela como a elite usa a mídia para encobrir escândalos e distrair as massas

O
Filme “Mera coincidência”, aborda como o poder manipula informações. Como as
certas “verdades” que vemos nos telejornais, ouvimos no rádio ou lemos em
jornais e revistas podem ser forjadas, ao gosto e interesse daqueles que tem os
meios de divulgá-los.
Coincidência ou não, a realidade é que esse filme estava
pronto antes de vir à tona, o escândalo sexual envolvendo o então presidente
dos Estados Unidos Bill Clinton e a secretária Mônica Levinsk. Por esse motivo,
no Brasil ele recebeu o título de Mera Coincidência.

 Assista o Trailer em Inglês:
Esse
longa-metragem inclui ainda, reflexões de patriotismo, manipulações, ética na
profissão, verdades e mentiras no mundo da assessoria, etc. Faltando 11 dias
para as eleições nos EUA, o presidente se envolve em escândalo sexual que se
levado a tona, as chances de se reeleger são mínimas. O caso foi parar na
imprensa, diante disso, o presidente só cai nas pesquisas. 
Seus assessores
entram em cena, procuram um produtor de filmes hollywoodiano para tentarem alterar
esse quadro. Inicia-se ai uma corrida contra o tempo para desviar a atenção
pública para outro fato bem mais apropriado para interesses eleitoreiros. O
produtor “inventa” uma guerra na Albânia, na qual, o presidente poderia ajudar
a terminar. “O discurso político tem se assemelhado cada vez mais ao discurso
publicitário: seduz e convence o eleitor. 
As campanhas têm mais o caráter
emocional que ideológico, com apelo até para as esperanças. Segundo Joan Ferres
(1998) a política não é vendida a partir da argumentação e sim a partir da
ilusão. As idéias e projetos são substituídos por promessas vazias”. (LIMA,
Fernanda, SALIN, Cliciane de Jesus p.2).

Como
resultado desse belo plano, a imprensa já vai esquecendo o escândalo e passa a
noticiar sobre a pseudoguerra. E o presidente fica em primeiro lugar nas
pesquisas com 89% do ibope. Além disso, nesse período de corrida contra o
tempo, o presidente anuncia que não tem mais guerra. 

Ainda assim, o diretor de
filmes se sobressai Ele consegue apelar para o emocional da população partindo,
de um sapato velho que é relacionado com um combatente americano que foi
deixado para trás, depois da guerra da Albânia como um sapato velho. Foi criado
uma música, e espalhado pela cidade onde todos pudessem ver sapatos velhos.
Valeu a pena, a população se mobilizou, os americanos usam camisetas com
escritos do tema, cartazes com motivos do sapato velho. Resultado: Transformou
o esquecido em herói novamente. 

Tudo caminhava perfeitamente bem. Mas, o
produtor resolve divulgar seus créditos. Cansado do anonimato ele queria ser
reconhecido. Não pode, pois o seu silêncio valia mais. Ele foi tirado de
circulação. Morto pelo FBI.

No
texto Marketing político: um mal necessário?
Podemos perceber que a estratégia
política é tão velha como a própria política. Surgiu há muito tempo, e cada ano
que passa se aprimora. “Foi em 1952, nos Estados Unidos da América, que um
candidato apelou para que uma agência de publicidade fizesse sua campanha
televisiva. O general Einsehower foi acusado de tentar se vender como se “vende
um sabonete” pelos seus adversários democratas que preferiram não se utilizar
de profissionais”.
De lá pra cá, os apelos de profissionais da mídia
iniciaram-se. 
Hoje, podemos analisar que programas políticos e a política em si,
não é mais vendida por argumentos, e sim por ilusões. Idéias foram substituídas
por promessas vagas. Já o candidato se torna um produto à venda. Os
profissionais de assessoria os transformam em “projeções de sucesso” para
certas camadas da sociedade. 
Assim aconteceu com o Presidente Lula. Após perder
três eleições, ele passou pela “cirurgia plástica” de Duda Mendonça. O
publicitário o transformou. “Mudou a imagem do candidato que da barba mal
cuidada, aspecto desleixado e fala grosseira nada restaram. Transformou o
presidenciável em um homem fino, de ternos elegantes e fala mansa. O resultado? 
Lula foi eleito com a maioria dos votos esperançosos pelas promessas de
governo”. Da mesma forma, o presidenciável do filme “Mera Coincidência” foi
produto desse assessores. Sem ter como dizer não, eles o transformaram em um
presidente “preocupado” com seu país, desviaram o rumo do escândalo que o
envolvia, e o resultado foi à reeleição do candidato.
A
relação que se pode fazer entre o filme e o texto, é que nos bastidores da
política, para se alcançar determinado objetivo político, seus colaboradores
passam por cima de tudo e de todos. Quando o assunto é dinheiro e poder, não
respeitam a ética da profissão e os direitos humanos. 
Outro assunto relevante
para tomarmos como base, são as artimanhas de se sobressai que assessores
utilizavam. Mesmo que não inventemos uma guerra, devemos estar antenados com as
críticas da imprensa ou coisas do gênero, pois o nosso papel como profissionais
é defender o assessorado. Devemos estar antenados, e saber nos prevalecer em
diversas situações.
Fonte: Ero Siqueira
Análise
do Blog
Foi
a mesma artimanha esdrúxula que o Presidente dos Estados Unidos Barack Obama usou,
ou seja, sua gestão estava caindo na avaliação do povo americano, e um escândalo sobre a sua naturalidade “NÃO AMERICANA”, estava ganhando capa nós principais
jornais e revista do mundo todo, por conseguinte, afetando diretamente uma possível
reeleição para esse ano 2012.
Contudo,
a elite tem sempre uma carta nas mãos, e ela foi usada por  Barack Obama e sua trup, trata-se de  Osama Bin Laden, MORTO EM 2001. A morte do terrorista
serviu de assunto na mídia como estratégia   distrair e ocupar as massas sobre esse assunto, fazendo com que elas esquecessem os escândolos e fraudes no governo Obama, numa das maiores farsas e fraudes
da história. Obama é o SEO mataram o terrorista Osama Bin Laden mais procurado do mundo, numa
ação militar muito contestada, isso elevou a  popularidade e aceitação do governo Obama,
dando um  salto importante nas pesquisas
sobre a gestão do seu governo.
Essa
hoax esta sendo utilizada por Obama para reelegê-lo novamente presidente dos
EUA. Não é Mera coincidência, os filmes são utilizados pela indústria do entretenimento
a serviço da elite fascista como forma subliminar de divulgar os seus planos e
metas, e principalmente zombar das massas, que nada compreende ao ser redor. 
A
Mídia é um instrumento de manipulação e persuasão poderosa usada pela elite
para atender aos seus propósitos, o objetivo principal: é distrair o gado e desinforma-lo. Como o gado não percebe que farsas são  fabricadas com pretextos inexistentes para
encobrir os verdadeiros fatos, tudo para ele não passa de “Mera Coincidência”.
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