STF: o próximo passo contra os valores cristãos a liberação das drogas, além do aborto e do homossexualismo.

A
revolução cultural contra os valores cristãos não estará completa sem a
liberação das drogas, além do aborto e do homossexualismo.

Consumada
a travessia do Rio Estige, para entregar pessoalmente a Satã as alminhas dos
anjinhos portadores de anencefalia, pergunto-me qual será a próxima inovação
legislativa revolucionária do STF. Penso que a resposta está nos jornais do
dia, especificamente no artigo de Denis Russo Burgierman, publicado na Folha de
São Paulo (“Vai fugir da guerra, Dilma”): a questão das drogas ilegais.

Para
tornar nosso país um caos pior que o México falta bem pouco. Só falta mesmo que
nos tornemos oficialmente um Estado narcotraficante, moldado pela admiração e sociedade
que o partido governante tem com as Farc.

 O autor do artigo é um dos soldados
da causa traficante, todo enrolado nos argumentos sofísticos incapazes de
sustentar o insustentável – a liberação das drogas – e, enquanto tal,
desprovido de relevo.
O
que importa nele é a notícia comentada de que chefes de Estado das Américas
estarão reunidos no próximo final de semana na Colômbia, com a presença de
Dilma Rousseff, com um ponto de agenda explosivo: possível legalização das
drogas, como se tenta na Guatemala, com a desaprovação dos EUA.

A
revolução cultural contra os valores cristãos não estará completa sem a
liberação das drogas, além do aborto e do homossexualismo. É simples assim. Os
dois últimos já foram parcialmente obtidos no STF, em usurpação legislativa
digna de uma ditadura legal . Agora à cidadela final, que só poderá ser feito
se aceito pelos países vizinhos. Esse encontro é providencial para a agenda das
esquerdas.

O
STF está pronto para legislar sobre o assunto nos temos demandados pelos mesmos
que demandaram o aborto e a união matrimonial do mesmo sexo.
O problema é de
ordem diplomática, todavia: um movimento em falso aqui pode colocar o Brasil
como pária internacional. Por isso é preciso criar precedentes em republiquetas
como a Guatemala, para que a coisa venha num crescente, como naturalidade. E
também é preciso garantir a neutralidade dos EUA, algo um tanto difícil.
A
única solução para que o Brasil não despenque no precipício é tirar essa gente
do poder. O voto pode ser um bom método.
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