Como seria a Terceira Guerra Mundial na era high-tech

A história da humanidade sempre foi marcada por
grandes guerras, conflitos históricos que ceifaram a vida de milhões de
pessoas de várias nacionalidades. Se elas trouxeram muitas mortes e
muita destruição, também mostraram grandes revoluções tecnológicas.

Foi assim na Primeira Guerra Mundial, com os primeiros combates
aéreos, e também na Segunda Guerra Mundial, com o nascimento da
logística propriamente dita e a utilização das bombas atômicas (que ajudaram na criação da internet).

E você, já parou para pensar em quais seriam as revoluções trazidas
por um novo combate armado? Hoje, com a tecnologia mais presente do que
nunca em nossas vidas, talvez uma guerra mundial fosse capaz de mostrar
um uso nunca antes visto de recursos diferenciados.

E é essa a ideia deste artigo. Aqui não vamos abordar o que
desencadearia uma possível Terceira Guerra Mundial ou quais países
estariam envolvidos, somente as incríveis tecnologias que poderiam ser
utilizadas. Confira!

Armas revolucionárias

Os armamentos sofreram muitas melhorias tecnológicas desde a Segunda
Guerra Mundial. Entretanto, algumas clássicas só estão ganhando
adaptações hoje em dia, como no caso da modernização do rifle AK-47, que deve receber equipamentos destacáveis, como mira óptica e lanterna.


 

Mas há também novos e impressionantes recursos, como o canhão laser
que deve ser adotado pela Marinha dos Estados Unidos. A arma é capaz de
atirar nada menos do que 14 quilowatts de luz concentrados em um único
ponto, fazendo com que o alvo entre em combustão instantaneamente.

Já para os combates corpo a corpo, uma boa alternativa é a utilização
de fuzis inteligentes, com balas que possam ser “programadas” pelos
soldados, como o Rifle XM25.

 

Além deste rifle, há a opção também das balas teleguiadas,
que podem orientar-se em direção ao alvo caso ele mude a sua
localização. Esse tipo de munição trabalharia como uma espécie de versão
em miniatura dos mísseis teleguiados e poderia percorrer grandes
distâncias.

 

HAARP

O HAARP é, com certeza, o trabalho militar que mais impõe medo na população mundial. O projeto de estudos sobre a ionosfera terrestre tem como objetivo principal ampliar o conhecimento sobre o assunto.

Entretanto, há controvérsias, e muitos falam que o HAARP é, na
verdade, uma arma geofísica capaz de controlar placas tectônicas,
temperatura atmosférica e até mesmo o nível de radiação que passa pela
camada de ozônio. Teorias conspiratórias dizem, inclusive, que a arma
seria responsável pelo terrível terromoto ocorrido no Haiti, além de causar barulhos estranhos no céu de todo o planeta.

 

Hackers – o poder nas mãos dos nerds

Os governos do mundo todo lutam para manter os hackers mais brilhantes do seu lado,
e não é para menos. Muitos especialistas determinam que é o campo
cibernético que deverá determinar o sucesso ou o fracasso das grandes
nações em uma possível Terceira Guerra Mundial.

Já imaginou a luta, por exemplo, entre os grandes cérebros do planeta
em busca do controle de bolsas de valores, usinas de energia ou
plataformas de lançamento de mísseis nucleares?

 

Supersoldados

A preparação dos soldados é algo que pode definir uma guerra, afinal
de contas, é a infantaria que consegue conquistar os principais
objetivos de uma batalha. E novas ferramentas para deixar os combatentes
estão sempre em pauta, como a utilização de exoesqueletos.
Esse tipo de recurso, muito famoso por ser visto nos filmes, já está
bem próximo da realidade e poderia ser utilizado em uma grande guerra
mundial.

Esses soldados teriam também a chance de controlar as próprias armas
com a força da mente. Pequenas ondas elétricas administradas no cérebro
dos combatentes poderiam permitir a ligação direta entre a mente do
soldado e sistemas bélicos, como drones ou sondas.

 

Bombas atômicas

As bombas atômicas
são grande objeto de discussão mundial e não é para menos, pois o seu
poder destrutivo é impressionante. Mas será que elas podem chegar a ser
utilizadas sem que acabem com todo o planeta?

Apesar de muitos acharem que não, vários países continuam trabalhando em seu desenvolvimento. Além disso, há também as pandemias, que podem ser até mesmo mais perigosas que as explosões atômicas.

 

Combatentes artificiais

A robótica com certeza teria um papel fundamental nos combates
armados da Terceira Guerra Mundial. E a serventia dos soldados de ferro
seria enorme, pois eles podem ser desenvolvidos de acordo com a
necessidade de cada exército.

SnakeBot de olho em tudo o que está acontecendo (Fonte da imagem: Reprodução/ Popular Science)

O Snakebot,
por exemplo, é um robô com o formato de uma cobra capaz de passar por
canos, rastejar de forma imperceptível por barcos, salas escondidas e
florestas e, se necessário, ficar de pé para oferecer uma visão mais
abrangente.

Já o PETMAN
é um robô que imita o corpo humano e é capaz de caminhar, correr e
escalar como se fosse uma pessoa real. Este poderia, por exemplo, ser
utilizado em combates de infantaria.

Há também muitos estudos que trabalham a inteligência dos robôs e, em
alguns casos, já se pensa em dar a liberdade para que eles decidam se
devem ou não matar uma pessoa, por exemplo. O recurso, a princípio,
seria utilizado no X-47B, um jato de combate não tripulado.

(Fonte da imagem: LA Times)

E caso não haja tanta confiança na inteligência artificial dos robôs, uma boa saída é a criação de avatares que possam ser controlados por seres humanos, tudo de maneira muito semelhante àquela vista no filme de James Cameron.

Controle da mente

Além das armas de destruição em massa, outros tipos também poderiam
ser objeto de preocupação. Na Rússia, por exemplo, foi confirmado
recentemente que há estudos direcionados à criação de uma arma capaz de controlar a mente das pessoas, transformando-as em zumbis.

 

Espionagem avançada

A espionagem sempre ocupou um papel importante nos conflitos e teve o
seu auge com a Guerra Fria entre Estados Unidos e União Soviética. Por
isso, novas tecnologias nesse sentido sempre estão em desenvolvimento.

(Fonte da imagem: Reprodução/DARPA)

Uma alternativa interessante em estudo é o desenvolvimento de insetos recriados com perfeição, isso com a finalidade de se conseguir espionar conversas e lugares passando-se totalmente despercebidos.

Já o Vulture, desenvolvido pela DARPA em conjunto com a Boeing,
trabalharia de maneira diferente. O avião funcionaria como um tipo de
satélite, realizando vigilância e monitoramento de grandes áreas sem a
necessidade de tripulação. O mais incrível é que ele poderia voar até
cinco anos sem ter que pousar. 

A DARPA também pensa em realizar um monitoramento de fora do planeta. O projeto Phoenix
busca, em um futuro próximo, conseguir reaproveitar o lixo espacial que
orbita a Terra para reconstruir, diretamente no espaço, novos satélites
de espionagem.

Além disso, muitos segredos militares poderiam ser descobertos de
maneira ainda mais simples, sendo revelados pelos aparelhos de TV ou
geladeiras presentes na residência dos grandes líderes mundiais, por
exemplo. De acordo com o diretor da CIA, as casas inteligentes podem facilitar muito o trabalho de investigação de seus agentes.

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