Querem legalizar o aborto sem que a população fique sabendo: os progressistas aderiram à AGENDA EUGENISTA DA ELITE!

A
cada vez que se pensa em fazer reformas no Brasil, é bom botar as barbas de
molho. O risco de que as coisas piorem é gigantesco. Vejam o caso da reforma
política. O que se gestou é muito pior do que o que se tem hoje.  O debate sobre a atualização do Código Penal
segue por essa trilha infeliz.
De maneira sorrateira, vigarista, a tal Comissão
de Juristas, que elaborou uma proposta para ser debatida no Senado, propôs a
legalização do aborto, ainda que dê à coisa outro nome. Os valentes querem o
Artigo 128 com esta redação:

Art.
128. Não há crime se:
I
– se houver risco à vida ou à saúde da gestante.
II
– a gravidez resulta de violação da dignidade sexual, ou do emprego não
consentido de técnica de reprodução assistida;
III
– comprovada a anencefalia ou quando o feto padecer de graves e incuráveis
anomalias que inviabilizem a vida independente, em ambos os casos atestado por
dois médicos.
IV
– por vontade da gestante até a 12ª semana da gestação, quando o médico
constatar que a mulher não apresenta condições psicológicas de arcar com a
maternidade.
§
1º Nos casos dos incisos II e III, e da segunda parte do inciso I, o aborto
deve ser precedido de consentimento da gestante, ou quando menor, incapaz ou
impossibilitada de consentir, de seu representante legal, do cônjuge ou de seu
companheiro.
A
Constituição garante a proteção à vida desde a concepção. A proposta dos
bacanas a nega. Logo, ela transgride a Constituição. E daí? Não nos faltariam
feiticeiros para afirmar, sei lá, que “o espírito da Carta” autoriza tal
prática. Vocês sabem o que penso sobre o aborto. É claro que outras pessoas têm
o direito de defender o contrário.  Que,
então, defendam! Mas aí lhes falta coragem. Querem meter a mudança goela abaixo
da população sem nem mesmo ter o trabalho de defender um ponto de vista.
Ora,
releiam o texto acima. Basta que a mulher queria abortar e seja convincente ao
demonstrar “que não tem condições psicológicas”, tudo bem! O aborto será feito.
Atenção
para a malandragem:
o argumento mais forte dos abortistas é o chamado “direito
que a mulher tem sobre seu corpo”. É o valor implícito no texto acima. Reparem
que não existe homem na jogada; não existe pai. Bastaria que a mulher se
entendesse com os médicos.
O
Supremo vai decidir sobre os casos de anencefalia em breve. Afirmei aqui há
dias, podem procurar no arquivo, que isso abriria o caminho para toda sorte de
horrores. E abrirá. O conceito de “vida independente” é muito vago. Sob muitos
aspectos, um indivíduo com Síndrome de Down, por exemplo, não tem uma “vida
independente”. Precisará sempre de um monitoramento. Curioso, não? Os
“progressistas” chegaram bem depressa à eugenia. Faz sentido. A história
demonstra que são irmãos siameses dos fascistas.
Noves
fora, o que vai acima se reduz ao seguinte:
se a mulher falar que não quer a
gravidez de jeito nenhum, faz-se o aborto. Ou será que caberia aos médicos e
psicólogos esta improvável decisão: “Bem, ela rejeita a gravidez, não quer o
filho de jeito nenhum, deixou claro que o bebê será um transtorno em sua vida,
mas nós achamos que ela tem condições psicológicas, sim!”? Acho que isso não
acontecerá.
Luiz
Carlos Gonçalves, relator da Comissão do Código Penal, que já havia chamado
outro dia o aborto de “método contraceptivo”, o que é um absurdo, falou ao
Jornal Nacional. Prestem atenção:
 ”O médico diagnostica essa situação de
desespero, de extrema gravidade, na qual a gestante não teria a menor condição
de levar à frente a gravidez ou a maternidade em razão dessas situações
psicológicas. Imagine, por exemplo, a pessoa que é viciada em crack e que nem
sabe como engravidou…”
Imagino,
sim! Acho que isso abre as portas não só para o aborto, não é? Por que não
esterilizá-las, de vez, como os nazistas faziam com os fracos, os idiotas, os
doentes?
Aborto
pós-nascimento

dias, fizemos aqui um debate sobre uma proposta de dois especialistas, que
defendem a legalização do infanticídio. Chamam a isso de “aborto
pós-nascimento”. Como escrevi aqui, eles não deixam de ter razão quando afirmam
que o status moral do feto e do recém-nascido é o mesmo; se um pode ser morto
(e eles acham que pode), por que não o outro? Feto é coisa! Recém-nascido é
coisa!
Goela
abaixo
Aos
poucos, as propostas contidas no “Plano Nacional-Socialista de Direitos
Humanos” vão sendo apresentadas. Pretende-se legalizar o aborto no país sem que
a sociedade seja chamada a dizer o que pensa a respeito.
Atenção,
caras e caros, isso é uma tática para ganhar a opinião pública. Aos poucos, os
“progressistas” pretendem deslocar uma posição majoritariamente contrária ao
aborto para um ponto de maior tolerância — até que haja, tudo dando certo, uma
maioria a favor do aborto.
Por
um tempo ao menos, caso essa mudança seja aceita, viveremos a situação
esdrúxula de ter uma lei que criminaliza o aborto — exceto no caso de a grávida
querer o… aborto! Logo… A propósito: e se uma mulher quiser, a todo custo,
interromper a gravidez, mas não o pai da criança? Ora… O pai só passa a ter
direito a uma opinião depois de nascida a criança… E isso num país em que a
paternidade irresponsável é um problema grave.
Este
será um excelente debate. Vamos ver como vão se posicionar os digníssimos
parlamentares. Neste exato momento, existem ONGs, lobbies e especialistas em
opinião pública fartamente financiados por entidades estrangeiras pró-aborto
encarregados de plantar notícias favoráveis à mudança do Código. Tentarão
evitar ao máximo a palavra “aborto” — “legalização do aborto”, então, nem
pensar! Falarão na “saúde da mulher” e na “proteção à gestante”. O feto será
apenas uma “coisa”; é preciso retirar dele quaisquer atributos humanos para que
se possa eliminá-lo sem polêmicas — tática usada pelos apologistas do
infanticídio.
Notem
que já há alguns dias a ministra Eleonora Menicucci (Mulheres) aparece como
vítima no noticiário, pobrezinha! Na ONU, ela teria levado uma carraspana de
“especialistas”, que estariam a exigir, como se pudessem fazê-lo, que o Brasil
modernize a sua legislação sobre o assunto. Agora, será tratada como alguém
silenciada por Marcelo Crivella, que seria a garantia, junto à bancada
evangélica, de que o governo não tomará medidas para legalizar o aborto.
Na
ONU, a propósito, Eleonora disse que caberia ao Congresso tomar as medidas.
Este mesmo Congresso que agora passa a ser pressionado por essa reforma do
Código Penal, que conta com apoio maciço da imprensa. Para variar, essa gente
não percebeu que do mesmo manancial de que sai a legalização do aborto (e do
qual derivou a perseguição aos crucifixos) pode sair a censura à imprensa.
Debate-se um projeto de sociedade, não uma medida pontual. Os fetos não vão
protestar. Este será sempre um confronto entre não-abortados, não é?, pouco
importa de que lado se esteja.
Por
Reinaldo Azevedo
Analise
do Blog:
Não
vai demorar muito para o congresso brasileiro aprovar a pedofilia como prática
sexual lícita, legal e moral, o incesto e tantas outras bizarrices. Caso seja aprovada a lei pró aborto, o que vai ter de clínicas
sendo abertas clandestinamente para oferecer os serviços de sacrifício infantil
vai ser assustador, o que podemos dizer da indústria farmacêutica que produzirá
drogas para facilitar esse processo?
O
mundo caminha para destruição, as massas já perderam o foco no amor ao próximo e
o respeito à vida, peço a Deus que tenha misericórdia dos justos quando a ira  cair sobre a humanidade.
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