ATENÇÃO: Os globalistas estão censurando os vídeos do YouTube sobre as manifestações globais dos “Indignados” e impedindo a cobertura da imprensa

Nas últimas semanas,
vários jornalistas viram-se privados de cobrir os protestos do movimento Occupy
Wall Street, sobretudo em Nova Iorque, segundo alertou a RSF na quinta-feira. A
polícia de Nova Iorque (NYPD) considera jornalistas apenas quem detem o cartão
de imprensa que a própria emite seguindo critérios internos, o que leva a
organização a questionar a legitimidade da NYPD para determinar “quem é e quem
não é jornalista”.

Num artigo publicado ontem no seu site, a RSF afirma que
“estas restrições podem ser usadas para bloquear notícias e informação de
interesse público” e que “esta selecção viola os princípios constitucionais
mais elementares”.
No dia 1 de Outubro, a
jornalista freelancer Natasha Lennard, que colabora com o blogue do New York
Times, ficou detida durante cinco horas numa carro da polícia por não
possuir o cartão de imprensa da NYPD. Kristen Gwynne, jornalista da revista
online AfterNet, no mesmo dia, foi alvo da mesma coacção, enquanto cobria a
marcha dos manifestantes na ponte de Brooklyn. Já John Farley, da revista
MetroFocus, foi detido durante oito horas no dia 24 de Setembro, mesmo tendo um
crachá que o identificava como jornalista.
A RSF veio ontem condenar
as recentes acusações por “desobediência” e “desordem” feitas a jornalistas que
cobriam o movimento de Wall Street. A dois dias dos protestos mundiais, a
organização alerta as autoridades para que não recorram a “medidas repressivas”
que, em seguida, considera serem “atos de censura”.
No dia 4 de Outubro, a
equipa de reportagem do canal Fox5 TV foi alvo de reações violentas por parte
das autoridades, enquanto cobriam mais um dia de contestação em Wall Street. O
operador de câmara Roy Isen foi atacado com spray de pimenta nos olhos,
enquanto o jornalista Bick Brennan foi agredido com um bastão policial no
estômago. Num comunicado, a NYPD alega que os dois repórteres foram
“acidentalmente” atingidos enquanto os agentes reagiam a um avanço dos
manifestantes.

A discussão sobre entraves
à circulação de informação sobre o movimento Occupy foi em parte despoletada
quando, a 20 de Setembro, vários utilizadores de contas Yahoo! se viram
impedidos de enviar e-mails que contivessem o nome “Occupy Wall Street”. A
plataforma emitia então um aviso de que tinha sido registada uma “atividade
suspeita” na conta. 

Rapidamente, vários vídeos con tentativas de envio chegaram
ao Youtube. A Yahoo não tardou a responder via Twitter, alegando que alguns
e-mails haviam sido acidentalmente barrados pelo filtro de spam, anomalia que
já estaria a ser resolvida.

ALEX JONES
Alex Jones aborda a tática
mais recente de intimidação do privado Banco da Reserva Federal “FED”, cujo ramo de
San Antonio entrou com uma violação de privacidade com o You Tube exigindo a
remoção de um vídeo filmado no local durante uma “ocupação” rally. Alex
diz a eles cessar e desistir dessa ação, o que viola a Primeira Emenda.
Filiais do Federal Reserve “FED” em
todo o país, têm uma longa história de tentar sufocar a liberdade de expressão e de
imprensa, de forma fraudulenta, alegando que as filmagens de seus edifícios é
ilegal, e ameaçando com prisão e muito mais.
“Eu vou cobrir isso
com mais detalhes na segunda-feira de rádio, mas eu não posso levar o Fed
Bankster empurrar as pessoas em torno de mais! Agora, o Fed quer levar para
baixo o vídeo onde provamos o Federal Reserve é um banco privado representando
um órgão Federal. O Fed é a fraude que dá o seu poder á globalistas. “Alex
Jones.
Tradução: Google – Revisão Semeando – Créditos Sil
Please follow and like us:

Você pode gostar também

Deixe uma resposta