Antevendo uma invasão, Venezuela se prepara comprando armas antiaéreas, tanques e artilharia da Rússia

O presidente da Venezuela,
Hugo Chávez, anunciou no domingo, 30, que em breve o país receberá um
carregamento de armas antiaéreas, tanques e artilharia da Rússia. Ele ainda
advertiu que “ninguém deve intervir” no país e aplicar “a
fórmula da Líbia ou o que for”, referindo-se a uma hipotética ação militar
contra a nação.

Se alguém interferir na
Venezuela, vai pagar caro, avisa o presidente – Palácio 
“Em breve começarão a
chegar novos equipamentos de alta tecnologia de defesa, novos equipamentos que
requerem gente capacitada e, além de tudo, patriota”, disse Chávez durante
um ato de seu partido transmitido pela televisão estatal.
O presidente alertou sobre
ações do exterior. “Isso os faz falta para a defesa do país. Vejam como
está o mundo. Que ninguém se atreva a vir aqui e aplicar a fórmula líbia ou a
que for”, disse Chávez, prevendo que os que a isso se atrevessem
“pagariam muito caro”.
Em agosto, Chávez
confirmou que seu governo tem ante a Rússia um crédito de US$ 4 bilhões para
“fortalecer” a cooperação técnico-militar, embora tenha indicado que
a verba também se destinaria a projetos para a extração de petróleo e gás e
industriais.
Segundo a companhia
estatal russa para a exportação de armas, a Venezuela comprou quase US$ 11
bilhões em armas nos últimos cinco anos, tornando-se assim o país que mais
importou armas de Moscou na América Latina.
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